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O Nosso Lugar é um Mundo II



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Documentário completo "O Nosso Lugar é um Mundo II - Artes":

 

Documentário completo "O Nosso Lugar é um Mundo II - Ofícios":

 

Documentário por autores:

  • Alex D'Alva - Música

    Alex D’Alva Teixeira nasceu em 1990. Ben Monteiro em 1980. Há quase uma década a separa-los, mas a divisão acaba aí. A música que fazem juntos é agregadora e nunca separatista. Mesmo quando se arriscam a misturar influências tão díspares como Michael Jackson, Spice Girls e James Blake. É isso, aliás, o que o mote ‘Somos D’Alva’ sugere: a ideia de inclusão, de o todo ser maior do que a soma das partes. Sejam elas musicais, raciais, etárias, sociais ou religiosas.

    Foi com essa premissa que lançaram o disco de estreia #batequebate, assim mesmo com a hashtag, revelando um sentido oportuno de actualidade, de quem está intrinsecamente no seu tempo. Na era das redes sociais e num mundo cada vez mais dado à mestiçagem, os D’ALVA são exímios em transformar todas estas referências fragmentadas em favor da união.

    Prova disso mesmo são os espectáculos ao vivo da banda lisboeta, cujo código genético é multirracial: tanto Alex como Ben cresceram na Grande Lisboa, mas são filhos de pai africano e mãe nascida no Brasil. Essa herança étnica e cultural transporta-se para palco com a liberdade e a energia próprias dos trópicos, cruzada com um forte espírito estético pop. Não é por isso de estranhar a nomeação para os Portugal Festival Awards, na categoria de Melhor Actuação ao Vivo – Artista Revelação.

    Em poucos meses, mostrando a sua versatilidade, os D’ALVA foram convocados para actuar para multidões nos festivais NOS Alive e Sol da Caparica e em salas mais intimistas, como o Theatro Circo de Braga.

     

  • António Tapadinhas - Pintura 

    António Manuel Lopes Tapadinhas nasceu em 1942 no Pinhal Novo. Viveu sempre na margem esquerda do Tejo, mesmo durante os anos em que estudou no Instituto Comercial de Lisboa e trabalhou no Marketing da Colgate-Palmolive. Na área da pintura tirou um curso de Desenho da Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa e as suas obras já fazem parte de colecções particulares e institucionais. A sua actividade em favor da cultura tem sido reconhecida com diversos prémios, o último dos quais foi o Título e Diploma de "Académico Correspondente" da Academia Metropolitana de Letras, Artes e Ciências, AMLAC, de São Paulo, Brasil.

  • B Skilla - Música

    Apaixonado desde pequeno pela cultura Hip Hop, B Skilla aprendeu cedo a compor e a expressar as suas ideias através do Rap. Começou por dançar como bboy na Krew Wildrockers em 2001, integrando-se um ano depois na Krew 12 Macacos onde, entre oleados, jams, shows e battles de Break Dance, cresceu enquanto artista.

    B Skilla já actuou em Portugal, com concertos de norte a sul do país - CCB, Avante, Fnac’s, Musicbox, Festival 7Mil em Évora, Festas H2Tuga, entre outros – mas também em Angola e em várias actividades solidárias e de cariz social na zona onde vive (Baixa da Banheira e Moita).

    Desde a sua aparição na mixtape “De Volta ao Serviço” do Deejay CruzFader, ao primeiro álbum de originais “(R)Evolução” lançado em 2011 e cujo single e mais três temas entraram na banda sonora do filme e série televisiva “Bairro”, B Skilla mantém uma sonoridade fresca aliada a rimas conscientes.

    O álbum “Abre a Caixa e Sai” é o segundo álbum de originais de B Skilla. O rapper e Mc da Margem Sul regressa em força e apresenta agora um álbum conceptual que nos desafia a pensar por nós mesmos, sem influência das opiniões dos outros, quer seja do sistema, dos professores ou até por vezes, da família. Um álbum feito a pensar fora da caixa. Por nós mesmos, sem palas nem barreiras. Produzido por Maf, SP, J-Cool, Zimous e Condutor, desde story telling ao ego trip, este trabalho apresenta uma forte diversidade sonora. Do Reggae ao Soul, do Dance Hall ao Boom Bap, trata-se de um álbum maduro onde B Skilla através das suas rimas, aprofunda a sua experiência e ponto de vista em questões como o sistema, estilos de vida, disciplina, família e trabalho, entre outros.

     

     

  • Brigada da Terra - Música 

    Projeto que tem por base a experiência trazida por dois elementos de grupos emblemáticos da música tradicional portuguesa, como a “Brigada Vitor Jara” ou “Terra a Terra”. A estes juntaram-se outros elementos para iniciar um projeto com características inovadoras, que cruza influências africanas com a música tradicional portuguesa e o fado.

     

  • Bruno Vieira Amaral - Literatura

    Bruno Vieira Amaral nasceu em 1978 e licenciou-se em História Moderna e Contemporânea pelo ISCTE. Em 2002, foi selecionado para a Mostra Nacional de Jovens Criadores. Colaborou no DN Jovem, revista Atlântico e jornal i. É crítico literário, tradutor e autor do “Guia Para 50 Personagens da Ficção Portuguesa”, do livro "Aleluia" (FFMS) e do blogue Circo da Lama. É editor-adjunto da revista LER.

    Com o seu primeiro romance, "As Primeiras Coisas", Bruno Vieira Amaral conseguiu a rara proeza de arrecadar quatro importantes prémios da literatura portuguesa: Livro do Ano 2013 da revista TimeOut, o Prémio Fernando Namora 2013, o Prémio PEN Narrativa 2013 e, em 2015, o Prémio José Saramago. Em 2016, foi eleito uma das Ten New Voices from Europe, escolhidas pelos jurados da plataforma Literature Across Frontiers. Em 2017 lançou o seu segundo romance, "Hoje Estarás Comigo no Paraíso".

     

  • Carlos Bravo - Música

    Nasce em 1946, desde cedo teve pretensões de aprender música, guitarra, composição e orquestração, desde cedo porque uma das pessoas que o inspirou foi o seu Pai. Esta paixão foi-lhe passada e alastrou-se muito rapidamente num curto espaço de tempo, levando-o também a viajar, aprender, conhecer pessoas/músicos, explorar um mundo que sem música não seria igual.

    Começou a sua formação superior em guitarra clássica (1970-1974), na Escola do Professor Duarte Costa, onde também leccionou. Teve aulas particulares de guitarra eléctrica com Carlos Meneses, entre muitos outros. Em simultâneo ingressou na Academia de Amadores de Música de Lisboa, onde conheceu o Mestre Fernando Lopes Graça, o qual sempre fez parte dos apoios no seu percurso profissional. Concluiu os seus estudos em 1976.

    Obteve a carteira profissional nº2507 em 1977, com a presença do corpo de júri composto por Correia Martins (maestro/guitarrista), Taneco (trompetista orquestra emissão nacional) e Jorge Machado (maestro/pianista). Estudou piano na Academia de Música de Belas Artes Luísa Todi (1980 – 1983), acompanhou de perto a “implementação” do Jazz em Portugal e participou em inúmeros workshops de músicos/amigos. Foi influenciado por diversos músicos guitarristas dos quais se salientam: Kenny Burrel, Barney Kessel, Joe Pass, Wes Montgomery.

    Fundou a Escola de Música ABC Musical na Baixa da Banheira, onde lecciona desde 1986, guitarra clássica, guitarra eléctrica e formação musical. Coordenou as actividades extra-curriculares no distrito de Setúbal.

    Realização de trabalhos discográficos e em directo para RTP 1 (1992-1993).

    Direcção/Solista/Guitarra Ritmo de formações como: “Os Betes” (1964); “Sequência” (1976); “Primavera” (1971); “Objectivo” (1971); “Latins Club” (2007); Carlos Bravo Trio (2008), entre outros.

     

  • Carlos Domingues - Latoaria 

    Como acontecia antigamente com todos os ofícios, também aqui a latoaria passou de pai para filho. Carlos Domingos trabalha há cerca de vinte e dois anos na latoaria que outrora pertenceu ao seu pai, dando continuidade a este ofício que produz, repara e recondiciona artefactos em metal, particularmente a lata. Também chamada de funilaria, na latoaria produzem-se objetos como regadores, panelas, comedores para galinhas, entre outros, prosseguindo uma técnica artesanal em vias de desaparecer.

  • Carmen Garcia - Música 

    Espanhola de nascimento, em Chiclana de la Frontera, província de Cádiz, filha de mãe andaluza e pai português, veio para Portugal ainda criança, radicando-se anos mais tarde na Baixa da Banheira.

    Começou a cantar e dançar aos 7 anos, tendo sido convidada pouco depois pelo Ginásio Atlético Clube para uma atuação de beneficência. Frequentou a escola do professor Raúl Mota na Casa das Beiras, e preparava-se para ir ao programa de rádio “Nasceu uma Estrela”, na Emissora Nacional, embora não tenha sido autorizada pelo pai a participar, o que muito a desgostou.

    Conheceu o marido num arraial de Santo António, a tocar guitarra junto às fogueiras em frente a sua casa. Foi a primeira mulher a cantar fado nas rádios locais. Frequentou coletividades e deu espetáculos por todo o país. Foi gerente da Tertúlia Moitense, do Solar Caído em Alhos Vedros e proprietária do Café Moderno no Lavradio/Barreiro, entre outros. Viveu na Alemanha, percorreu a Suíça, Holanda, Luxemburgo e onde houvesse portugueses. Regressou a Portugal onde continuou a carreira artística. Teve uma longa paragem após o falecimento da filha e deixou tudo para trás. A voz que tem em si ficou adormecida, mas não morreu. Oito anos depois volta à música, retomando essa grande paixão, com forças renovadas para abraçar novos projetos musicais.

  • Colman - Tatuagem, Pintura e Graffiti

    Colman Santos nasceu em Angola e veio para Portugal com seis anos, fixando-se no Vale da Amoreira aos catorze, altura em que começou a desenhar e pintar. Nessa altura explorava sobretudo o carvão, tendo começado mais tarde, por volta dos dezanove anos, a pintar com os amigos graffitis nas ruas do Vale da Amoreira. Foi graças a esta arte urbana que o seu caminho como artista se desenhou. A mesada que recebia então era aplicada integralmente em materiais para pintar, o que muito intrigava a sua mãe, preocupada que estivesse a gastar mal o dinheiro, enquanto via o irmão aparecer com jogos e outras coisas que comprava com a mesma mesada. Só quando um dia alguém partilhou com ela o comentário “o seu filho é um grande artista!”, é que percebeu finalmente onde era gasta a mesada que dava, ficando bastante mais sossegada.

    Participou no programa “Geração Fantástica”, apresentado pela Catarina Furtado, contribuindo para a divulgação do seu trabalho que, desde então, não parou de crescer. Surgiram pedidos a nível nacional e internacional, e fez decorações de lojas, bares, quartos, entre outras coisas. Foi evoluindo até viver só da pintura, não já com o graffiti nas paredes de rua, mas como forma de intervenção e decoração de espaços. Nunca parou de desenvolver novas técnicas, pintando também carros, motas, capacetes, até chegar à tatuagem. É proprietário, atualmente, de uma loja de tatuagens na Baixa da Banheira, sendo um tatuador versátil que domina diferentes estilos e técnicas.

  • Diogo Gomes - Pintura tradicional de barcos

    Um dos últimos mestres pintores a trabalhar no estuário do Tejo, participou na pintura do varino “O Boa Viagem, entre muitos outros.
    As pinturas nas embarcações tradicionais ostentam vários elementos decorativos de inspiração popular – motivos florais, paisagens rurais, tradições socioculturais, figuras religiosas, letras e números – enquadrados por cercaduras com desenhos geométricos, folhas, flores, traços simples ou ondulados. Estes motivos são desenhados e pintados numa técnica simples e espontânea que confere a cada embarcação um perfil inconfundível e único, como verdadeiros quadros vivos.

     

  • Edsong - Música 

    Nasceu em São Tomé e Príncipe em 1989 e vive em Portugal desde os 11 anos de idade. Produtor e compositor, lança a sua primeira mixtape em 2010. Autor do single "Corpo com Corpo", foi convidado em 2015 para atuar no Mega Festival da Juventude em São Tomé e Príncipe. Tem dado concertos na Suíça e em Inglaterra a convite da Gold Events Prod e Bellaview.

    O seu primeiro álbum intitulado "KUA DANA" explora vários estilos musicais, com o intuito de representar as suas raízes ao mais alto nível.

     

  • Fernando Manuel - Música 

    Fernando Manuel nasceu em 1 de Novembro de 1955, na Baixa da Banheira. Só começou a ver aos 4 anos de idade, após sucessivas operações e próteses.
    Desde menino e moço frequentou o Ginásio Atlético Clube e os bailes. Cantar era a sua grande paixão e na adolescência vivia esse sentimento com grande intensidade. Não esquece o dia quando, num espetáculo no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, pediu que o deixassem cantar. O Maestro Jorge Machado que dirigia a orquestra disse-lhe que se começasse a ser apupado interrompia de imediato, mas o público aplaudiu entusiasticamente e desde então não mais parou.

    Tirou a carteira profissional de cançonetista em 30 de abril de 1978, tendo como padrinhos Vasco Rafael e Alexandra. Editou o seu primeiro trabalho em disco vinil em novembro de 1981, que foi lançado no programa “Bom dia Domingo” com o apresentador Luís Pereira de Sousa. Editou depois duas cassetes (1988 e 1992) e por fim os CD’s. Nestes inseriu temas originais, nomeadamente de Carlos Camarão e João Camarão. Em 2016 editou o álbum “Amor com Amor se Canta”, com o qual já percorreu o país e ilhas, Alemanha, etc. Divide-se atualmente entre Vila Nova de Gaia, onde vive, e a Baixa da Banheira.

  • Filipe Campante - Salineiro 

    O trabalho nas salinas marcou Filipe Campante desde a sua adolescência. Começou aos treze anos, e embora tenha abandonado a atividade aos dezoito, quando começa a trabalhar na CUF, a experiência daqueles anos com o rio e o sal ficou-lhe gravada na memória. Guarda até hoje os saberes então aprendidos, fruto da curiosidade e paixão que o movia, e continua a mover, pelas salinas.
    Depositário de conhecimentos e técnicas entretanto desaparecidos ou em vias de desaparecer, é um profundo conhecedor dos segredos do rio e dessa matéria preciosa que é o sal.
    Reformado desde 1988, seria em 2003, com o projeto de recuperação das salinas no Gaio Rosário e a criação do Sítio das Marinhas - Centro de Interpretação Ambiental, que viria a retomar a ligação ao sal, contribuindo de forma determinante para a sua extração nesse local com objetivos pedagógicos, de sensibilização e preservação ambiental e patrimonial.

  • Grupo Musical Vozes da Planície - Música 

    Fundado em 2002, o grupo musical Vozes da Planície é um grupo de música popular alentejana, que pretende contribuir para a divulgação da música e do cante alentejano. As suas apresentações, um pouco por todo o país, prestam homenagem ao cancioneiro alentejano e à sua enorme riqueza. Com raízes profundas no Alentejo, o grupo é composto atualmente por sete elementos, vindos na sua maioria do distrito de Beja, distribuídos por três violas, uma viola baixo, bombo, acordeão e vozes.

  • Ibéria - Música 

    Os Ibéria são uma das mais importantes bandas nacionais dos finais dos anos 80. Formados em 1986, viriam a separar-se dez anos depois com álbuns que se tornariam autênticos clássicos como “Ibéria” (1988) e “Heroes Of The Wasteland” (1990).
    Em 2007 dois dos seus membros fundadores, João Sérgio (baixo) e Francisco Landum (guitarras,) negoceiam com a editora Espacial, que havia adquirido o catálogo da Discossete – do qual fizeram parte – e acordam a reedição em formato remasterizado dos seus dois álbuns. Em 2009 reúnem-se novamente, com um concerto oficial de regresso no In Live Caffé, na Moita, e consequentemente, em 2010, gravam ‘Revolution‘, aquele que seria o seu 3º álbum de originais. Em 2013, o vocalista Miguel Freitas e o baterista David Sequeira saem da banda por motivos pessoais, sendo o primeiro substituído por Hugo Soares (Ethereal/ Artworx), e o segundo regressaria à banda em 2015. Em 2014, os IBERIA gravam “Living A Lie“, single de apresentação daquele que será o seu próximo álbum. Em 2015, é a vez de Toninho, membro fundador da banda sair por problemas de saúde. O seu substituto seria encontrado em Hugo “Pepe” Lopes vindo dos Artworx. Finalmente em 2016, após vários meses concentrados na pré-produção do seu novo e 4º longa-duração, os IBERIA gravam em Dezembro desse mesmo ano nos estúdios Wrecords de Wilson Silva “Much Higher Than A Hope “, um trabalho com edição da nacional Raising Legends Records, tendo sido o seu lançamento a 28 de Abril de 2017.

  • Inácio Pereira - Construção de instrumentos de cordas

    Vive em Alhos Vedros. Frequentou o antigo 5ª ano do curso de química na Escola Secundária Alfredo da Silva e o curso de cinzelador na Escola de Artes Decorativas António Arroio, entre outros.
    A sua história na construção de instrumentos começou quando os filhos eram pequenos e pediu um banjo emprestado a um amigo, que por acidente se partiu. Quis compensar o amigo, mas o mesmo não lho quis vender, e por isso predispôs-se a fazer um com as próprias mãos. Após inúmeras tentativas, ao fim de quase dois anos, conseguiu construir na perfeição o instrumento, e decidiu prosseguir com as experiências, criando outros.
    Quando se reformou, e não gostando de estar parado, continuou a aperfeiçoar-se cada vez mais na construção de instrumentos de cordas cujas sonoridades o encantavam, apesar de até hoje não saber tocar nenhum. Bandolins, banjos, violas banjos, cavaquinhos, são alguns dos tipos de instrumentos que fabrica. Considera que é a impregnação da alma do artista que confere a cada um a sua vibração única.
    Participou em várias feiras por todo o país, o que o tornou uma pessoa mais aberta e desinibida. Cada instrumento que produz é único e tem impresso um pouco do seu espírito e do seu amor.

     

  • J. Pac - Música

    J.Pac é uma banda criada em março de 2013, que compõe originais em português. O seu primeiro trabalho "Pontos de Vida", ainda não editado, teve a sua apresentação ao público em junho de 2014. A partir desta data, o grupo nunca mais parou e tem realizado diversos concertos.

    Atualmente, o grupo conta com a participação de 4 elementos, todos com formação/experiência musical, adquirida ao longo da carreira.

    Um estilo de música pop/rock, com uma nova forma de fazer música, onde a mensagem da composição escrita transmite algo a ter em conta.

     

  • Jaime Costa - Construção Naval 

    Em Jaime Manuel Carromeu Costa corre um rio de história de saber náutico. Nasceu no Gaio em 1953, e desde tenra idade já fazia barcos de cortiça com os primos e dormiam nas embarcações do avô José Paiva Carromeu, até estes se tornarem em objecto da profissão de sempre. É o segundo de três irmãos e o que assegurou a continuidade da arte na família, tendo aprendido com o pai, mestre de estaleiro, oriundo de Pardilhó.

    O estaleiro Jaime Ferreira da Costa & Irmão Lda. ergueu-se e vingou pela bem sucedida transmissão das artes e saberes da construção naval, e teve continuação até aos dias de hoje no atual mestre do estaleiro, Jaime Costa. É neste estaleiro em Sarilhos Pequenos que a frota dos barcos grandes do Tejo encontra operários especializados para a manutenção cuidada de embarcações centenárias. Ali, preservam-se não só os barcos mas também técnicas ancestrais de construção naval, configurando um notável e único capital técnico e humano.

     

  • Janelo Kussondulola - Música

    É um dos maiores nomes do reggae criado em Portugal e Angola. Uma carreira que leva já 22 anos, vários álbuns na bagagem e temas intemporais como “Dançam no Huambo”, Perigosa”, que fazem de Kussondulola uma banda cuja música “toda a gente” está preparada para cantar. É um nome de referência e expressão no segmento em que atua. Possui um público diversificado. A sua carreira tem-se caracterizado pelo pioneirismo na continuação de promover a cultura rastafari luso Angolana.

     

  • João Dionn - Música 

    Cantor e compositor, faz ainda produção musical no Estúdio Dionn’s, situado na Baixa da Banheira. Com um vasto conhecimento musical e de produção, João Dionn é um dos fundadores e integrantes da banda Dionn’s, que têm como géneros musicais a música ligeira, pop clássico e funk. O cantor aventurou-se com um projeto a solo e lançou em 2015 “Cumplicidades” que contem quatro faixas da sua autoria.

  • João Fitas - Construções em miniatura

    Começou a dedicar-se às construções em madeira e cortiça, depois de reformado, por volta do ano de 2007. Recuperando as memórias e vivências do Alentejo onde nasceu, em Terrugem no concelho de Elvas, mas também da Moita, onde vive, aplicou a sua habilidade e técnica na construção de pequenos cavalos, toiros, vacas, bonecos, carroças, casas, entre outros, reproduzindo objetos e ambiências do campo e da vida rural que povoam o seu imaginário.

  • João Gregório - Mestre de embarcação 

    Nasci na Moita no ano 1958 à beira do rio Tejo, junto ao velho cais de pedra de 1722. Logo cedo fiquei apaixonado pelo Tejo, tornando-me naturalmente um dos sócios fundadores do Centro Náutico Moitense.
    Desde então até aos dias de hoje contribuo voluntariamente para a recuperação de diversos barcos do tejo, e também construí dois monumentos (barcos), um para a vila da Moita e outro para a Vila de Constância. Também tenho o privilégio de trabalhar na Câmara da Moita onde sou mestre de embarcação, fazendo passeios no Tejo a bordo do Varino “Boa Viagem”. Estou ainda numa salina do Município da Moita com mais dois camaradas, imaginem, a fabricar sal!

  • João Ramos - Fotografia 

    João Ramos nasceu em Alhos Vedros em 1981. Autodidacta em fotografia, esta representa para si um complemento a nível expressivo e artístico. Entre 2007 e 2016, participou em diversos projetos fotográficos e exposições coletivas. Destaca-se também a exposição fotográfica individual “Distância que nos une”. Possui diversos trabalhos publicados em galerias online da especialidade e concorre com alguma regularidade a concursos fotográficos, tendo já obtido alguns 1ºs prémios e menções honrosas. Em 2014, é o fotógrafo convidado pela CACAV a participar no Projeto Fotográfico "Alma do Rio", integrada nas Comemorações do 91º Aniversário do Nascimento de Augusto Cabrita.

  • Joel Gomes - Literatura

    1-Joel Gomes

    Olá, se não trocaram a minha foto com a de outra pessoa, sou o tipo todo jeitoso cuja foto aparece a cima deste texto que está a ler. O meu nome é Joel G. Gomes, mas muitas pessoas tratam-me por João, talvez porque ouvem mal, talvez porque eu não fale alto o suficiente. Sou escritor desde há muito tempo, mas ainda não faço vida disso, apesar de todo o tempo que invisto nesta actividade.

    Resido na Moita, terra que serviu de palco para o meu segundo romance, A Imagem, uma história de drama e fantasia, sobre o qual falo um pouco neste documentário que irá ver, ou já viu, ou está a ver. (Se for a última, pare de ler e preste a atenção ao filme!) Além desse, escrevi mais outro romance, Um Cappuccino Vermelho, guiões para curtas-metragens, para séries televisivas que não chegaram a acontecer, para filmes que podiam ter acontecido de outra forma, e contos que, graças à Internet, têm encontrado leitores um pouco por todo o mundo.

    Neste preciso momento estou a escrever esta nota biográfica a pedido da Sofia, mas boa parte do resto do tempo é passado a trabalhar numa série literária que combina sobrenatural com investigação policial que tem por título O Mal Humano. Se o wi-fi do sítio onde está estiver a funcionar vá a www.joelggomes.com para saber mais sobre este e outros projectos meus.

     

  • Jorge Fernandes - Pintura

    Nasceu em Vila Cova de Alva, Arganil, em 1945, mas vive na freguesia da Baixa da Banheira desde os três anos de idade.
    A sua vocação para a pintura surgiu cedo, mas nunca se transformou numa profissão. Trabalhou no comércio e indústria desde muito jovem, assim que terminou a instrução primária. Após a conclusão do curso geral do liceu, que frequentou no Barreiro, desenvolveu funções no Centro de Saúde da Moita, onde se manteve até a aposentação.
    Desempenhou cargos diretivos em organizações associativas, culturais e desportivas. Dedicou-se ainda à atividade radiofónica, no extinto Rádio Clube da Moita, até ao encerramento desta estação. Foi autarca eleito nas primeiras eleições livres após o 25 de abril.
    Nunca tendo ambicionado profissionalizar a sua paixão pela pintura, a ela se dedicou, desde sempre. Por isso, decidiu frequentar o curso geral de Artes Visuais da Escola António Arroio. Expõe com alguma frequência, sendo as paisagens rurais e marinhas os temas que mais o apaixonam.

     

  • Lázaro Mendonça Silva - Velas de Barcos (técnica tradicional de cosedura)

    A arte da produção de velas para embarcações começou com o seu avô que foi marinheiro na marinha de guerra, abrindo mais tarde uma casa de velas no Gaio, já lá vão cem anos. Aprendeu com o tio e o pai, e com apenas sete anos já ajudava a coser as velas. Entretanto, a introdução de máquinas de costura tornou o processo mais rápido, embora seja sempre necessário coser manualmente o cabo em volta da vela.

    A diminuição do número de embarcações ditou paulatinamente o declínio da atividade, sendo atualmente a cosedura artesanal de velas uma prática em vias de desaparecer. Não fossem ainda algumas embarcações tradicionais que subsistem, o saber e técnica ancestral que detém estariam votados ao esquecimento, como acontecerá quando deixar de coser. O manuseamento de peças únicas como o “repuxo”, espécie de dedal colocado na palma da mão para coser as velas, assenta num saber próprio que configura uma arte de dedilhar com precisão e rapidez, que só um artesão experiente consegue dominar.

     

  • Leonel Coelho - Literatura

    Leonel Eusébio Coelho nasceu em 1933, em Ortiga, concelho de Mação. Filho de pai corticeiro e mãe camponesa, desde cedo se habitou a mudar de terra, consoante o trabalho do pai. É assim que aos 12 anos vai morar para o Montijo e depois para Alhos Vedros.

    Foi na CUF que começou a ter contacto com anti-fascistas e a participar em debates e colóquios com carácter político. Está ligado desde sempre ao movimento associativo, nomeadamente à Academia Musical e Recreativa 8 de Janeiro, em Alhos Vedros. É o criador e organizador da Feira do Livro de Alhos vedros, que em 2016 assinalou 45 anos de existência.

    Dedica-se à escrita e tem vários livros editados, entre contos, prosa e poesia, onde retrata as suas vivências e aquilo que vê no dia-a-dia.

     

  • Luís Guerreiro - Azulejaria 

    Em 1985 tirou um curso de pintura cerâmica no CENCAL (Caldas da Rainha). As várias técnicas de pintura aprendidas nesse Centro de Formação serviram como elo de ligação entre a arte que praticava (a BD) e a cerâmica (a arte do fogo). Os azulejos foram o suporte técnico que fazem a ligação entre as duas artes.
    Acabado o curso, foi seleccionado para trabalhar numa fábrica de cerâmica das Caldas da Rainha, mas devido a problemas constantes no pagamento de ordenados, mudou-se para o “Argila Atelier”, que apenas se dedicava à elaboração de painéis de azulejos de linha clássica e essencialmente em azul e branco.
    Tendo a sorte de encontrar um espaço apropriado para o seu tipo de trabalho, começou um negócio por conta própria em Alhos Vedros, sua terra Natal.
    Em princípios de 1989, fundou a Azulejaria Artística Guerreiro e participou em feiras de Artesanato por todo o Portugal.
    Desde 2006 que primeiro o PPART e agora o CEARTE, reconhecem a Azulejaria Artística Guerreiro, certificando com a Carta de Unidade Produtiva Artesanal e o Cartão de Artesão Reconhecido a Luís Cruz Guerreiro. Essas certificações têm a ver com a qualidade e autenticidade dos trabalhos realizados pelo artesão, Luís Cruz Guerreiro e pela Unidade Produtiva Artesanal, situada em Alhos Vedros. Em 2016 o CEARTE, agora responsável pela certificação dos Artesãos e das Unidades Produtivas Artesanais, renovou a certificação até 2021.
    Participou em várias exposições em Portugal e destacamos algumas delas em Brasília, em 2000 e outras em 2006 e 2010, no Museu de Arte de Brasília e outros locais, com as suas BDs em azulejos “Aventuras de Jerilio no século 25”.

  • Luís Morgado - Pintura de Murais 

    Sou moitense, nasci no primeiro domingo de outubro 1951 numa casota que já não existe, próxima da cancela da antiga estrada para Palmela.
    Sem a benção de Deus por vontade do Pai, mas logo saudado pelo comboio das seis e trinta cinco que antes da cancela teve de apitar três vezes, mesmo na hora em que minha mãe me pariu e que eu gritei pela primeira vez.

    Frequentei a escola até ao secundário, optando ainda na adolescência por um projecto de vida que integrou o activismo associativo e a luta pela liberdade - as profissões, de onde exalto a de torneiro mecânico, foram muitas e indiferenciadas, mais das vezes de recurso a fugir do desemprego. Sempre ligado ao associativismo, destaco o activismo sindical pela luta que nunca vai acabar e a abertura que me deu, para na agitação até começar a pintar paredes. Foi assim que comecei a gostar de pintar murais. Agora desculpem-me, mas falar de mim em mais de dez linhas, faz-me pensar em coisas de que não gosto...

  • Luís Raimão - Construção de barcos em miniatura

    Da atividade fluvial ligada ao transporte de produtos para a cidade de Lisboa, resta hoje a memória dos marítimos, homens que começaram a trabalhar nas embarcações, aos oito, nove e dez anos, como moços para mais tarde passarem a camaradas e arrais.
    Essa memória vive nas miniaturas de barcos – varinos, botes e fragatas - laboriosamente construídas pelo mestre da construção de réplicas dos barcos típicos do Tejo, Luís Raimão.

  • Mário Ventura - Cinema

    Mário Ventura nasceu no Barreiro em 1989. Foi através da MTV e da participação num programa da RTP que descobriu o mundo por trás das câmaras. De forma entusiasta e amadora começou a explorar a captação e a edição de vídeo filmando um grupo de amigos que dançava nas ruas. Em 2010 formou-se em realização na E.T.I.C. – Escola Técnica de Imagem e Comunicação, em Lisboa. Começou a trabalhar como operador de câmara e pós-produtor em documentários e vídeos promocionais, diversificando a sua experiência na área do cinema, televisão e vídeo.

    Foi um dos oito argumentistas selecionados por Guimarães 2012 -Capital Europeia da Cultura, no concurso público "Curtas Novais Teixeira", destinado a primeiras obras de jovens cineastas nacionais. Esta seleção permitiu a realização da sua primeira curta-metragem de ficção que já passou por vários festivais internacionais.

  • Manuel António Gil - Réplicas de edificios e monumentos 

    A primeira peça que fez foi uma moldura para oferecer à namorada, agora esposa, corria o ano de 1969. Depois disso, surgiu-lhe um dia a ideia de reproduzir um poço que existia na terra onde nasceu no Alentejo, São Brás do Regedouro, e com pequenas pedrinhas que por ali estavam à volta, deitou mãos à obra.
    Desde então, foi produzindo novas e mais construções, através das quais replica monumentos e edifícios públicos, sobretudo de Alhos Vedros, onde vive, mas também do Alentejo, com materiais diversos, como pedra, areia, ferro, madeira e fósforos queimados. A precisão de escala que aplica nestas réplicas, aliado ao rigor e competência na utilização dos materiais, são notórios em peças como o Pelourinho, a Igreja Matriz de Alhos Vedros ou o edifício da Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros. Já participou em várias feiras de artes e ofícios, assim como em exposições.

  • Marcolino Fernandes - Pintura e Literatura 

    Começou a pintar para tentar resgatar algumas imagens da memória colectiva de infância, década de 1950, no intuito de preservar, divulgar e perpetuar, através da pintura, mas não só, as reminiscências dessa vivência passada, cuja temática abarca os barcos do rio Tejo e suas gentes.

    Os seus trabalhos, sobre a preservação da memória colectiva, incluem também a publicação de dois livros: “Marítimos Seus Modos de Vida” e “Os Filhos da Borda do Mar”. Mais tarde escreveu mais dois livros: “Barreiro-Tejo-Lisboa – Histórias de uma Travessia” e “Fragateiros do Tejo”. Este último livro foi editado em Junho de 2012 pela Marinha do Tejo, através da livraria ORFEU.

     

  • Nuno Manso - Música

    Nasceu em Lisboa em 1975, tendo dado os primeiros passos nas actas musicais na instrução primária com oito anos de idade. Frequentou o instituto de Música da Valentim de Carvalho onde estudou órgão através do método de ensino Yamaha. Tem o 4º ano do Conservatório Regional de Setúbal, onde frequentou o curso de Viola Dedilhada na classe do professor José António Magalhães. Frequentou igualmente o Conservatório Regional de Almada desde 1997 com o professor Arménio de Melo, onde estudou Guitarra Portuguesa, seu instrumento de opção. Durante 5 anos, leccionou Música, num centro de Ocupação dos Tempos Livres para Jovens, na Baixa da Banheira.
    Realizou várias actuações desde 2000, quer em Portugal, quer no estrangeiro, sendo de salientar várias actuações com Luísa Amaro, que acompanhou Mestre Carlos Paredes em concertos por todo o Mundo.
    Participou em trabalhos discográficos, nomeadamente, Chaparro "Amor Global" (Reggae) e Nick Hamilton intitulado “Twelve Old Songs”, Jens Persson (Suécia), "Jens".
    Por especial encomenda da Câmara Municipal da Moita, compôs e gravou o tema “Nos Braços do Tejo”, integrado no CD-ROM de apresentação desse Concelho.
    De destacar também que acompanhou o Côro da Brisa para o “14th International Festival of Advent and Christmas Music with Petr Eben Award” na cidade de Praga na República Checa, e o especial acompanhamento do Conservatório Regional de Setúbal representado pelos Paganinus e os Violinhos da Acordarte ao Orchestra Hall de Chicago nos EUA.
    Continua a exercer actividade profissional no domínio da Engenharia, tendo estado emigrado em Oslo na Noruega.

     

  • Patche Di Rima - Música 

    Patche Di Rima conta com muitas participações que têm marcado o seu percurso de artista aberto a partilhar e participar em eventos sociais e apoios particulares. Aproveita todas as suas experiências para amadurecer cada vez mais os seus trabalhos e futuras participações artísticas.
    Bissau foi a terra onde Patche despertou para o mundo da música, em 2000, incentivado pelo Grupo Cultural Juvenil ´´Vatos Locos´´ e Cicero Spencer Gomes.

    Na sua primeira participação em palco demonstrou os seus dotes musicais, obtendo o 2º lugar no concurso promovido pelo FNJP e FNUAP no Instituto Nacional de Cinema de Guiné Bissau. Na sua 2ª participação no concurso, desta vez com o tema ´´Mulher e Desenvolvimento´´, obteve o seu primeiro sucesso, conquistando o 1º lugar.

    Ainda no mesmo ano participou com duas faixas da sua autoria na compilação ´´AFRICA MIX´´, com resultados importantes para conquista do seu espaço como novo artista africano.

    Em 2001 Patche tornou-se uma celebridade no seio da sociedade guineense, através da sua boa música e de bom carácter, empenho e dinamismo. No mesmo ano fazia parte da banda musical Solo Crioulo, mais tarde como Mantambeza. Em 2003, não era apenas um músico promissor da Guine Bissau, mas também animador de campanhas de prevenção contra doenças contagiosas e em matéria de defesa das mulheres e crianças. No mesmo ano conquistou num festival de referência nacional o prestigio para apostar com confiança numa carreira musical, que não mais tem parado de crescer.

  • Pedro Miranda Silva - Artes Plásticas 

    Nasceu na Baixa da Banheira em 1955. Licenciado em Artes Plásticas - Escultura pela ESBAL. É professor do Ensino Secundário. É sócio Fundador da Artesfera. Expõe desde 1985. Esculturas Públicas no concelho do Barreiro e Moita. Autor de peças de medalhística.

  • Pedro Pinhal - Graffiti, Pintura e Escultura em madeira

    Pedro Pinhal nasceu em 1976 e viveu e cresceu toda a vida no Vale da Amoreira, concelho da Moita. Revelou desde cedo uma apetência para as artes plásticas, que foi desenvolvendo de forma mais ou menos informal.

    Dedicando-se inicialmente ao desenho e pintura, percebeu durante a adolescência que a área que mais o fascinava era o graffiti. Desde então afirmou-se como um dos pioneiros desta arte urbana, não só no concelho, como fora dele, a par de outros writers com quem começou a trabalhar. Para além do trabalho como writer dá com frequência formação na área das artes plásticas, com incidência no graffiti. Desenvolve ainda trabalho na área do design gráfico e da escultura.

     

  • Ricardo Farelo - Desenho e Pintura 

    Licenciatura em Artes Plásticas. Professor da disciplina de Educação Visual e Tecnológica do 2º e 3º Ciclo desde 2006. Participação em várias exposições colectivas, com destaque para: IX, X e XI edições Bienal de Pintura e Escultura D. Fernando II em Sintra. Trabalho seleccionado para o Prémio Infante D. Luís às Artes em 2016. “do 8 ao 6 A”, exposição com Miguel Amaral, na Galeria do Auditório Augusto Cabrita no Barreiro, resultado da residência artística no Atelier Municipal do Barreiro em 2014. Artista convidado para a exposição “Geração 2013”, organizada pela Artesfera-Associação de Artes Plásticas do Barreiro em 2013. “Desenhos à Escala de Kardashev”, exposição com Miguel Amaral na Galeria Municipal do Barreiro em 2011. Exposição individual de desenho “O que há de um mundo a haver” no Fórum Manuel Figueiredo em 2006. Exposição dos Finalistas de Artes Plásticas da ESTGAD no ano 2001. Aluno convidado para Exposição Colectiva de Pintura e Escultura dos alunos da Estgad, no ano de 1999. Participação, como aluno convidado da ESTGAD, na 6ª Bienal de Gravura da Amadora no ano de 1998. Intervenção activa no panorama cultural da sua região, trabalhando como actor e cenógrafo desde 2000 na Companhia de Teatro Arteviva e estando envolvido em vários projectos musicais e performativos com músicos e artistas.

  • SAF | Somos a Família - Música 

    SAF - Somos A Família - oficialmente fundado em 2015 por um grupo de amigos do mesmo bairro social, que depois de várias experiências próprias, erros, derrotas e aprendizagens do "mundo real", decidiram com independência total, meter as suas paixões e visões em prática, ao mesmo tempo trabalhando com união, lealdade e persistência máxima. A música, sendo a paixão já enraizada pela nossa cultura, foi uma das vias usadas para transmitir várias mensagens, que com o tempo ganharam visibilidade e em consequência os nossos princípios, valores, diferentes habilidades e o próprio espírito de empreendedorismo foi ganhando respeito e reconhecimento.

     

  • Soul Singers - Música 

    Os Soul Singers são kyrah Ié e Paulo Duarte. Oriundos da Margem Sul, iniciaram recentemente um projeto musical acústico (World Music), onde se destacam temas como “Advices “ou “Were is the love”, apresentados em auditórios, fóruns, e em vários locais tais como Spot Sessions, Festival da Liberdade no Barreiro, entre outros.

     

 

 

Ficha Técnica

Realização e imagem
Margarida Leitão

Produção
Departamento de Assuntos Sociais e Cultura / Divisão de Cultura e Desporto / Sofia Figueiredo

Realização, imagem e Som
Margarida Leitão
Montagem
João Braz
Margarida Leitão

Genéricos, Pós produção de Imagem e Som
João Braz

2017

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