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10 de novembro: Dança “Rúptil | Na Era dos Castigos Incorpóreos”



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06 Novembro 2018

O Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira, recebe, a 10 de novembro, pelas 16:00h, a performance de dança “Rúptil | Na Era dos Castigos Incorpóreos”, de Flávio Rodrigues. Esta apresentação pública final da Residência Artística, dirigida ao público maior de 12 anos, tem entrada gratuita.

Sinopse
Rúptil | Na Era dos Castigos Incorpóreos é um projeto multidisciplinar e de caráter experimental. É estudado com o propósito de ser apresentado em espaços não convencionais, site-specific e capazes de proporcionar relações variáveis e opcionais entre a obra, o perfomer e o público.
Transeunte, contínuo, frequência, acumulação, processo e criação são algumas das palavras e ideias-chave, que, em si, dão lugar à ação base e primordial deste projeto, o caminhar.
Rúptil | Na Era dos Castigos Incorpóreos objetiva exatamente isso, que a ação de caminhar desafie e provoque que o performer/criador/caminhante prossiga (em ato contínuo) registando, respigando, recolhendo, colecionando matérias e materiais que à posteriori, em estúdios e/ou em lugares temporários, se apodere das "matérias-primas" e desenvolva uma série de esculturas essências e basilares da e para a performance.
As esculturas projetam-se como anotações, registros, poéticas de rompimentos de fronteiras, resquícios de uma espécie de cidade fantasma e obsoleta. Mapeamentos. Objetos ritualísticos, brutos. Convocações, alegorias. Manipuláveis, vulneráveis. Construções e idealizações da condição humana. Fragmentos de uma história. Símbolos. Organismos complexos e em constante mutação.
O performer é tempo, ação e espaço. É transeunte. É compositor e maestro. É minucioso, silencioso, e arbitrariamente o nada (o vazio como superação e como desejo). É água (mar).
Rúptil | na era dos castigos incorpóreos é um projeto na sua essência processual, nómada e recoletor. Uma ode à beleza do caos que é a nossa existência.
Para além da performance, serão desenvolvidos três projetos paralelos, uma paisagem sonora, um livro de autor e um registo de vídeo documental.

Ficha Artística
Criação e interpretação: Flávio Rodrigues
Apoio e intérprete no processo: Bruno Senune
Vídeo: Eva Ângelo
Residências artísticas e estruturas associadas: Arte Total (Braga, PT), Museu dos Biscaínhos (Braga, PT), Balleteatro (Porto, PT), Palácio Pancas Palha / Cia. Olga Roriz (Lisboa, PT), Ilke Studio (Berlim, DE), Teatro Municipal do Porto/Festival DDD - Dias da dança (Porto, PT), Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra, PT), Península/BRONZE (Porto Alegre, BR), Circolando (Porto, PT), DEVIR CAPA (Algarve, PT), Câmara Municipal da Moita/Centro de Experimentação Artística (Vale da Amoreira), Comédias do Minho (Paredes de Coura)
Apoio na gestão financeira: Bactéria
Coprodução: Teatro Municipal do Porto/Festival DDD - Dias da dança (Porto) e Arte Total (Braga)
Apoio à criação: Fundação GDA

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