A não edições e o UmColetivo publicam O MARINHEIRO/ A MAIS TERNA ILUSÃO, livro duplo, ilustrado por João Concha, para celebrar os 110 anos da escrita de O MARINHEIRO, de Fernando Pessoa, e os 10 anos da estreia de A MAIS TERNA ILUSÃO, dramaturgia de Ricardo Boléo a partir de textos seus, de Cátia Terrinca e da referida peça de Pessoa.
O MARINHEIRO é o único texto para teatro publicado em vida de Fernando Pessoa e o único que o autor deixou terminado. Ricardo Boléo é poeta, dramaturgo e dramaturgista e reescreveu a obra de Pessoa para um texto monologal a que chamou A MAIS TERNA ILUSÃO.
O MARINHEIRO/ A MAIS TERNA ILUSÃO, lançado no último dia 30 de setembro na Casa Fernando Pessoa foi a obra escolhida para ser apresentada neste aniversário na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça.
Ricardo Boléo é mestre em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2013), licenciado em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (2011) e frequentou as Faculdades de Comunicação, História e Letras assim como a Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia no Brasil (2010).
É autor de livros de poesia, peças de teatro e de vários artigos dos quais se destacam: Produzir arte para as crianças de hoje (2010) e A criação dramatúrgica e a encenação a partir do teatro estático de Fernando Pessoa (2021). É formador nas áreas de iniciação à prática teatral, escrita para teatro e dramaturgia, tendo orientado formações para crianças e adultos em Portugal, Brasil e Cabo Verde. Colabora regularmente na dramaturgia e criação de vários espetáculos. É-lhe atribuída a Bolsa Jovens Criadores na Área das Artes do Espetáculo pelo Centro Nacional de Cultura e pelo Instituto Português do Desporto e da Juventude (2014) e foi premiado no Prémio de Conto Leonel Coelho (2023).
Atualmente coordena, com Cátia Terrinca, a Coleção Ventriloquia (UmColetivo/ Tigre de Papel) e é colaborador dramatúrgico do programa Mil e Uma Noites – Antologia de Mulheres Esquecidas na Antena 2.
Esta atividade está inserida na programação do 27º aniversário da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça
Destinatários: Ensino Secundário
10:00h
Gratuito
Eventos relacionados
-
Teatro Musicado | A Feiticeira de OZ pelo GATEM
Teatro Musicado | A Feiticeira de OZ pelo GATEM
2023/10/1414 out. | 16:00h | Teatro Musicado: "A Feiticeira de Oz", pelo GATEM - Cooperativa Cultural CRL, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo Uma explanação fantástica, criada há mais de cem anos, alcança uma nova versão no palco. Para além da Doroteia, ... -
Ninho de Leitura com Inês Blanc
Ninho de Leitura com Inês Blanc
2023/11/11Uma sessão de histórias com tapetes narrativos dirigida a famílias é um momento de afeto, de estreitar ligações, sentados no chão bem pertinho de quem mais gostamos. É um Tempo de escuta e de sonho, em que os personagens saltam das páginas do livro e ... -
Teatro de Marionetas "A Casa da árvore", com Ângela Ribeiro
Teatro de Marionetas "A Casa da árvore", com Ângela Ribeiro
2023/11/28ESPETÁCULO DE TEATRO DE MARIONETAS “A CASA DA ÁRVORE” COM ÂNGELA RIBEIRO - ATRIZ, MARIONETISTA, MEDIADORA EDUCAÇÃO ARTÍSTICA Esta é a história da Olívia e do Isaque que querem construir uma casa na árvore, mas há um problema: como poderá o Isac subir ... -
Anda Cá Acima - “Filminhos Infantis à Solta pelo País – 2024”, pela Zero em Comportamento
Anda Cá Acima - “Filminhos Infantis à Solta pelo País – 2024”, pela Zero em Comportamento
2024/03/06Iniciamos o novo ano com a história acerca de uma raposa cujos pais são gansos. De seguida, o ano novo chega à floresta, onde está um velho homem, que representa o ano anterior. Temos também o regresso de alguns personagens bem conhecidos e que têm ... -
Sábados a Ler em Família: “Os Pais não Sabem, mas Eu Explico”, de Maria João Lopes e Teresa Cortez
Sábados a Ler em Família: “Os Pais não Sabem, mas Eu Explico”, de Maria João Lopes e Teresa Cortez
2024/03/09“Porque é que as estrelas não caem do céu? Porque é que não podemos estar todos os dias contentes? Porque é que o meu coração dispara quando vejo a Maria? Tinha muitas interrogações na minha cabeça e, por isso, pedi ajuda ao pai e à mãe, mas não ...
