Este mês, damos a conhecer um documento, datado de 11 de junho de 1862, que reflete a gestão e a preservação do património local entre concelhos vizinhos. Trata-se de um ofício do secretário-geral do governador civil de Lisboa, A. João Pedro da Câmara, dirigido ao presidente da Câmara Municipal da Moita.
Neste documento, é remetida uma cópia da resposta do presidente da Câmara do Barreiro, João António Gomes, relativa ao paradeiro de vários objetos que, em tempos, pertenceram ao extinto concelho de Alhos Vedros. Em anexo, consta a descrição detalhada desses objetos, bem como o seu estado de conservação.
Este registo evidencia a preocupação com a salvaguarda do património e a importância da articulação institucional na preservação da memória coletiva do território.
Toda a informação desta rubrica tem origem no Arquivo Municipal da Moita, essencial para preservar e valorizar a memória histórica do concelho.
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