Viajamos até 12 de fevereiro de 1932, para conhecer um episódio ligado à atividade económica e portuária do concelho da Moita.
No ano de 1932, a firma Manuel de Oliveira Júnior & Filhos, com sede na Figueira da Foz, apresentou um requerimento à Câmara Municipal da Moita. A empresa pretendia exportar forragens e madeiras, adquiridas no Pinhal das Formas, com destino a Lisboa, utilizando o porto da Moita como via de escoamento. Para viabilizar esta operação, solicitava a redução do imposto do direito de cais, então em vigor no concelho.
Este documento revela a importância estratégica do porto da Moita nas dinâmicas comerciais da época, bem como as relações económicas estabelecidas entre diferentes regiões do país.
Toda a informação partilhada nesta rubrica tem origem no Arquivo Municipal da Moita, uma fonte essencial para preservar e valorizar a memória histórica do concelho.


