O Município da Moita, as Freguesias do Gaio/Rosário e da Moita, o Centro Náutico Moitense, a SIMARSUL – Sistema Integrado Multimunicipal de Águas Residuais da Península de Setúbal, S.A., a AMARSUL – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S.A., a Administração do Porto de Lisboa, S.A., a S. Energia – Agência de Energia Barreiro-Moita, Jaime Manuel Carromeu Costa, José Ribeiro Chula & Filhos, SAP, Lda., Réplica Fiel, Construção Naval Unipessoal, Lda. e Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo são os parceiros envolvidos neste programa que irão encetar todos os esforços para garantir a execução dos projectos que integram esta candidatura, liderada pela Câmara Municipal da Moita, comprometendo-se a cooperar na contínua valorização e animação da zona ribeirinha.
João Lobo, presidente da Câmara Municipal, considera esta candidatura como “estruturante e decisiva para continuar o processo de valorização da zona ribeirinha do Município da Moita”. O autarca frisou ainda que apesar das dificuldades criadas ao Poder Local, esta candidatura, que resulta do empenho dos vários parceiros envolvidos, “é a prova do que se pode fazer em parceria, quando no País se atravessa um novo clima de centralismo e de limitação da actuação das autarquias”.
Este programa de acção engloba diversos projectos que têm como objectivos, nomeadamente, resolver os problemas de funcionamento da caldeira da Moita e da crescente dificuldade da acessibilidade marítima, com o desmantelamento, parcial do dique e construção de um novo com portas de maré em localização mais adequada. Proteger e dignificar uma extensa área de antigas marinhas (a Pequena e a Freira), recuperando-as e colocando-as ao serviço de projectos educativos; instalar condições para a salvaguarda das embarcações tradicionais do Tejo, reabilitando o varino municipal “O Boa Viagem”; completar o trajecto da ciclovia entre as freguesias da Moita e do Gaio/Rosário; reforçar as iniciativas de informação e educação ambiental e patrimonial são também outros projectos que fazem parte do programa de acção.
Caso esta candidatura, cujo valor do investimento ronda os 3 700 mil euros, venha a ser aprovada, a intervenção arranca ainda em 2008, estando prevista a sua conclusão em 2010.
