Outras palmeiras afectadas em vários locais do concelho têm vindo a ser alvo de tratamento através de “luta biológica”, embora os custos deste tratamento sejam bastante onerosos para a Câmara Municipal (no caso das palmeiras existentes no espaço público) ou para os proprietários (no caso das palmeiras que se encontram em propriedade privada). Por esse motivo, a autarquia apresentou à Direcção Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo (DRAPLVT) um plano de tratamentos através de “luta biológica” que abrange todas as palmeiras existentes nos jardins públicos, num total de 321 exemplares. Em Outubro, Portugal recebeu uma Missão Comunitária sobre a prospecção do organismo de quarentena (o escaravelho das palmeiras) que se deslocou à Margem Sul para avaliação da propagação desta praga. Nessa ocasião, o plano de tratamentos do Município da Moita, bem como o relatório dos custos envolvidos, foi entregue à Missão Comunitária pela DRAPLVT. A Câmara Municipal da Moita aguarda agora com expectativa uma decisão sobre a possibilidade de ser estabelecida uma linha de comparticipação financeira para os tratamentos necessários, prevista em directiva comunitária.
