João Lobo explicou que as juntas de freguesia são “o elo de ligação das populações do concelho à vida e às instituições; fazem uma obra grande de interesse público, além das suas caraterísticas originais de proximidade e empenho na resolução dos problemas do dia-a-dia”.
Quanto à reforma administrativa que o Governo quer impor, o presidente da Câmara reafirmou que “está em curso um dos maiores ataques ao Poder Local, aos serviços públicos e às populações de que há memória. O Governo, recorrendo a uma campanha difamatória e assente na mentira e na manipulação da informação, quer passar a opinião de que o Poder Local não serve as comunidades locais, além de ser despesista. Nada é mais errado e perigoso e é preciso combater esta manipulação da opinião pública”.
Em jeito de conclusão, João Lobo declarou ainda: “Não contem connosco para destruir o Poder Local Democrático. Não nos peçam para acabar com as freguesias. Não fomos eleitos para extinguir, fundir ou agregar as freguesias, nem para acabar com a história, a cultura e a identidade das nossas populações”.
As condições meteorológicas não demoveram a população do seu objetivo principal: defender a continuidade das suas freguesias, assistindo, durante a tarde, e entre palavras de ordem, aos vários espetáculos protagonizados pelo movimento associativo de todo o concelho e às intervenções dos presidentes das juntas de freguesia de Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Gaio/Rosário, Moita, Sarilhos Pequenos e Vale da Amoreira e representantes da Assembleia Municipal.
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