Em causa está a alteração à lei que determina a transferência das edificações para a APL – Administração do Porto de Lisboa, proprietária dos terrenos ribeirinhos, e a abertura de um concurso público para a construção e manutenção de estruturas associativas náuticas.
Os signatários deste documento, que defendem e valorizam as actividades culturais das embarcações tradicionais portuguesas e das zonas ribeirinhas do Estuário do
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