O Aterro da AMARSUL, as descargas da SIMARSUL e o novo projeto da Valorsul estiveram no centro de uma reunião de trabalho entre o Município e a Secretaria de Estado do Ambiente. O encontro, no dia 6 de maio, serviu, ainda, para o autarca reafirmar o compromisso de baixar os custos da água para a população.
O Presidente da Câmara Municipal da Moita, Carlos Albino, ontem, dia 6 de maio, com o Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves e com o Vice-Presidente do Conselho Diretivo da CCDR Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT), Gonçalo da Costa, responsável pela tutela do Ambiente. O encontro teve como objetivo principal a análise dos casos críticos para a sustentabilidade e qualidade de vida no concelho.
Um dos pontos centrais da agenda foi a situação do Aterro da AMARSUL. Durante a reunião, foram debatidas com detalhe as problemáticas relacionadas com os lixiviados, tendo sido analisadas as medidas de mitigação necessárias para minimizar os impactos ambientais e garantir a segurança do território.
Relativamente às descargas da SIMARSUL, o Presidente da Câmara apresentou soluções concretas que estão a ser desenvolvidas numa estreita articulação entre a autarquia e aquela entidade, visando a resolução de problemas de saneamento que afetam a região.
A reunião serviu, também, para analisar o projeto da 4.ª linha da Valorsul, que prevê a instalação de uma nova unidade de valorização energética de resíduos. Este investimento é visto como um passo estratégico na gestão integrada de resíduos na Área Metropolitana de Lisboa.
Redução da fatura da água
No âmbito das políticas de reciclagem e sustentabilidade económica, o Presidente Carlos Albino aproveitou a ocasião para destacar o trabalho que o Município tem vindo a desenvolver com um objetivo claro: reduzir o valor da fatura da água para os munícipes. De recordar que a autarquia não concorda com o modelo que é imposto ao município na tarifa da água, imposição por parte da ERSAR, que depois se acaba por repercutir nos munícipes.
Para o executivo municipal, a eficiência na gestão dos recursos e a melhoria dos processos de reciclagem devem refletir-se diretamente no orçamento das famílias da Moita, aliando a responsabilidade ambiental ao benefício social.
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