Neste Dia Mundial do Turismo, a 27 de setembro, convidamo-lo a descobrir a Moita de uma forma diferente.
Uma viagem em cinco dimensões. “Uma viagem pela identidade do território através da música, da gastronomia, da arte e das histórias da Moita, dando também a conhecer o património natural e salineiro local”
Durante uma manhã, o Sítio das Marinhas - Centro de Interpretação Ambiental transforma-se num espaço de descoberta entre natureza, sal, sabores e memória, numa experiência pensada para dar a conhecer algumas das histórias que fazem parte da identidade do território.
Não é apenas uma visita. Não é apenas uma explicação sobre as salinas. Não é apenas uma degustação. É uma pequena viagem pelo património natural e salineiro da Moita, uma viagem para observar a fauna e a flora das salinas, conhecer o processo tradicional de produção de sal, provar um moscatel da região e levar consigo uma lembrança desta experiência.
Durante uma tarde, o Posto de Turismo transforma-se num espaço de encontro entre música, sabores, arte e memória, numa experiência intimista pensada para revelar algumas das histórias que dão identidade ao território.
Não é um concerto. Não é uma degustação convencional. Não é uma exposição. É uma pequena viagem pela Moita, uma viagem para ouvir, provar, ver e escutar as histórias de quem conhece e vive o território.
- A MOITA QUE SE DESCOBRE
No início da experiência, os participantes são convidados a descobrir o património natural do Estuário do Tejo e a riqueza do património salineiro local.
- A MOITA QUE SE OUVE
Fado com Milene Candeias. A voz e a música conduzem esta viagem, através de pequenos momentos de fado ao longo da tarde.
Com a participação da fadista Milene Candeias, a música surgirá de forma próxima e pontual, criando a atmosfera e fazendo a ligação entre os diferentes momentos da experiência.
Um dos momentos será dedicado à interpretação de um fado relacionado com a Moita, reforçando a ligação entre a música e a identidade local.
- A MOITA QUE SE PROVA
Farrafuza com Marco Semião. A gastronomia também conta histórias.
Marco Semião, mestre do Varino Boa Viagem, apresenta uma pequena demonstração de confeção da Farrafuza, prato tradicional da Moita, acompanhada por uma breve explicação sobre a sua origem, tradição e ligação à cultura ribeirinha do território.
Mais do que provar um prato, a proposta é provar uma história e descobrir, através dos sabores, uma parte da memória da Moita.
- A MOITA QUE SE VÊ
Arte de Rogério Magalhães. Duas obras do artista plástico Rogério Magalhães, natural do território, estarão presentes no espaço, preferencialmente com uma relação direta com a Moita.
Apresentadas de forma simples e integrada, as obras acrescentam à experiência uma dimensão visual e artística, permitindo olhar para a terra através do olhar de quem a conhece e interpreta.
- A MOITA QUE SE NARRA
Histórias, memórias e curiosidades. Há lugares que se conhecem pelos monumentos. Outros, pelas paisagens. E há lugares que se descobrem pelas histórias que as pessoas guardam.
Célia Lourador, trabalhadora da Câmara Municipal da Moita, partilhará pequenas histórias, memórias e curiosidades relacionadas com o território, aproximando os participantes de tradições, pessoas e episódios que fazem parte da identidade local.
Entre palavras e música, a tarde constrói-se como uma narrativa contínua sobre a Moita.
PROGRAMA:
Sítio das Marinhas - Centro de Interpretação Ambiental:
- 09:00 horas - Receção dos participantes. Acolhimento dos participantes num espaço de reconhecido valor ecológico e arqueológico, onde a riqueza e a diversidade dos ecossistemas conferem singularidade ao território.
- 09:30 horas - A Moita que se descobre: Os visitantes terão a oportunidade de observar a fauna e a flora das salinas, conhecer o processo tradicional de produção de sal através das explicações de José Castelo, degustar um moscatel da região e levar consigo uma recordação desta experiência única.
- 12:30 horas - Encerramento.
Posto de Turismo:
- 15:30 horas - Receção dos participantes. Acolhimento e início da experiência, num ambiente próximo e descontraído, acompanhado por música.
- 15:45 horas - A Moita que se ouve. Momento de fado com Milene Candeias.
- 16:00 horas - A Moita que se prova. Demonstração e apresentação da Farrafuza, com Marco Semião, mestre do Varino “O Boa Viagem”.
- 16:35 horas - Fado da Moita. Novo momento musical com Milene Candeias, incluindo a interpretação de um tema dedicado à Moita.
- 16:45 horas - A Moita que se vê. Apresentação das obras de Rogério Magalhães e da sua relação com o território.
- 17:00 horas - A Moita que se narra. Histórias, memórias e curiosidades da Moita, com Célia Lourador, intercaladas com momentos musicais.
- 17:20 horas - Conversa final com Célia Lourador. Um momento de partilha com os participantes a partir de uma pergunta: «Se tivesse de apresentar a Moita a alguém que nunca cá esteve, o que lhe mostraria?»
- 17:30 horas - Encerramento.
“Um dia para descobrir a Moita e mais tarde recordar”.
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